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Doenças
Nos últimos dias o hantavírus voltou a ganhar destaque nas pesquisas online e nos meios de comunicação social devido a casos recentes reportados em diferentes países. Apesar de ser uma infeção rara, pode provocar complicações graves e exige atenção, sobretudo em contextos de exposição a roedores infetados.
Mas afinal, o que é o hantavírus, como se transmite e quais são os sintomas a que deve estar atento? Neste artigo explicamos tudo o que precisa de saber.
O hantavírus é um grupo de vírus transmitido principalmente através do contacto com roedores infetados. Existem diferentes tipos de hantavírus espalhados pelo mundo, capazes de provocar doenças distintas consoante a região e a variante viral.
As infeções mais associadas ao hantavírus são:
– Síndrome Pulmonar por Hantavírus (mais frequente nas Américas)
– Febre Hemorrágica com Síndrome Renal (mais comum na Europa e Ásia)
Embora sejam doenças raras, podem evoluir rapidamente e causar complicações graves, sobretudo ao nível respiratório.
A transmissão do hantavírus ocorre, na maioria dos casos, através do contacto com partículas contaminadas por urina, saliva ou fezes de roedores infetados.
A infeção pode acontecer quando a pessoa:
– Inala partículas contaminadas presentes no ar
– Toca em superfícies contaminadas e leva as mãos à boca, nariz ou olhos
– Consome alimentos contaminados
– É mordida por um roedor infetado (situação menos comum)
Os ambientes fechados e pouco ventilados, como arrecadações, caves, celeiros ou casas abandonadas, representam maior risco quando existe presença de roedores.
Na maioria das variantes, a transmissão entre pessoas é extramente rara.
Os sintomas podem surgir entre uma a oito semanas após a exposição ao vírus e tendem a começar de forma semelhante a uma gripe.
Sintomas iniciais
Os primeiros sinais mais comuns incluem:
– Febre
– Cansaço intenso
– Dores musculares
– Dores de cabeça
– Náuseas
– Vómitos
– Dor abdominal
Sintomas mais graves
Em alguns casos, a doença pode evoluir rapidamente para sintomas respiratórios graves, como:
– Falta de ar
– Tosse
– Sensação de aperto no peito
– Acumulação de líquidos nos pulmões
Quando existe envolvimento pulmonar severo, o quadro pode tornar-se potencialmente fatal e requerer internamento hospitalar urgente.
Sim. Embora raro, o hantavírus pode provocar doença grave e apresentar taxas de mortalidade significativas em determinadas variantes.
A Síndrome Pulmonar por Hantavírus, por exemplo, é considerada uma condição séria devido à rapidez com que pode afetar os pulmões e comprometer a respiração.
O risco aumenta quando o diagnóstico é tardio ou quando os sintomas respiratórios já se encontram numa fase avançada.
Ainda assim, a deteção precoce e o acesso rápido a cuidados médicos aumentam significativamente as probabilidades de recuperação.
Atualmente, não existe um tratamento antiviral específico para eliminar o hantavírus.
O tratamento passa sobretudo por:
– Controlo dos sintomas
– Suporte respiratório
– Hidratação
– Monitorização hospitalar
Nos casos mais graves, pode ser necessário internamento em cuidados intensivos.
Por isso, procurar assistência médica aos primeiros sinais suspeitos é fundamental para melhorar o prognóstico.
A prevenção é a melhor forma de reduzir o risco de infeção.
Alguns cuidados importantes incluem:
– Evitar contacto com roedores salvagens
– Manter os espaços limpos e ventilados
– Fechar entradas que permitam a entrada de ratos ou ratazanas
– Utilizar luvas e máscara ao limpar locais fechados com sinais de infestação
– Não varrer fezes ou urina secas, para evitar levantar partículas contaminadas no ar
– Armazenar alimentos em recipientes fechados
Em espaços com suspeita de infestação, recomenda-se ventilar bem o local antes de iniciar qualquer limpeza.
O hantavírus é considerado raro em Portugal, mas existem variantes do vírus identificadas em alguns países europeus, sobretudo no Norte e Centro da Europa.
Até ao momento, os casos reportados em território nacional são muito pouco frequentes, o que faz com que o risco para a população em geral seja considerado baixo. Ainda assim, as autoridades de saúde mantêm vigilância sobre doenças transmitidas por roedores, especialmente devido às alterações climáticas, mobilidade internacional e contacto crescente entre humanos e habitats naturais.
“O risco para Portugal é muito baixo, pelo que não há medidas preventivas a implementar a nível nacional”, assumem as autoridades de saúde em Portugal.
A transmissão está normalmente associada a ambientes rurais, florestais ou espaços fechados com presença de roedores infetados.
Apesar da raridade em Portugal, os especialistas recomendam cuidados preventivos, sobretudo em locais onde possam existir sinais de infestação de ratos ou ratazanas.
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